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No dia 30 de março de 2026, a inauguração do Museu da
Limpeza da FACOP marcou um momento histórico para o setor de asseio,
conservação e facilities no Paraná. Mais do que um espaço dedicado à memória, o
museu foi criado para preservar a trajetória do segmento e valorizar os
profissionais e lideranças que contribuíram para sua construção ao longo dos anos.
O evento reuniu representantes do setor, autoridades e
lideranças empresariais, evidenciando a relevância econômica e social das
atividades de asseio e conservação para a sociedade. Entre os presentes
estiveram o vice-governador do Paraná, o prefeito municipal, o ex-prefeito de
Curitiba, o presidente da Câmara Municipal, além de deputados estaduais e
federais.
Representando o SEAC-PR, o presidente Rogério Bueno de
Queirós destacou a importância do diálogo entre empregadores e trabalhadores,
da construção coletiva e da valorização contínua dos profissionais que atuam
diariamente para garantir ambientes seguros e qualidade de vida para a
população.
Durante o evento, também foram realizadas entrevistas com
lideranças do segmento. Entre elas, o presidente do SEAC-RJ, Ricardo Garcia,
ressaltou a relevância da FACOP para o desenvolvimento do setor, especialmente
por meio da qualificação profissional e da valorização dos trabalhadores.
O encontro foi marcado ainda por homenagens, como a nomeação
do Espaço Adonai Aires de Arruda, reconhecendo trajetórias que contribuíram
para o fortalecimento e a organização do segmento no estado.
Ao conectar memória, conhecimento e educação, o Museu da
Limpeza reforça uma mensagem importante: o desenvolvimento da sociedade também
passa pelo reconhecimento e pela valorização de um setor essencial, presente
diariamente na promoção da saúde, do bem-estar e da qualidade de vida.
O setor de serviços terceirizáveis do Paraná ampliou sua
representatividade no cenário nacional com a eleição da nova diretoria da
FEBRAC – Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços de Limpeza e
Conservação.
A eleição, realizada no dia 20 de maio de 2026, marcou o
início de uma nova gestão voltada ao fortalecimento institucional do segmento e
à ampliação do diálogo com o poder público em âmbito nacional.
Como parte dessa nova composição, o SEAC-PR passou a
integrar a diretoria da entidade com dois representantes. O presidente do
sindicato, Rogério Bueno de Queirós, assumiu a Diretoria Financeira da FEBRAC,
enquanto o vice-presidente do SEAC-PR, Luiz Carlos Poli, passou a liderar a
Diretoria de Limpeza Urbana.
A participação de representantes paranaenses na gestão
nacional reforça a relevância do estado no setor de asseio, conservação e
facilities, além de ampliar a contribuição do Paraná nas discussões
estratégicas relacionadas ao desenvolvimento das empresas prestadoras de
serviços em todo o país.
A nova diretoria da FEBRAC inicia sua atuação com o
propósito de promover a união do setor, fortalecer a representatividade
institucional e defender pautas essenciais para o crescimento sustentável das
empresas e a valorização dos serviços terceirizáveis.
A presença do SEAC-PR na gestão nacional representa um
avanço importante para o segmento, ampliando a participação do Paraná em
decisões estratégicas e fortalecendo a atuação conjunta em prol das empresas
representadas.
O SEAC-PR parabeniza a nova diretoria da FEBRAC e deseja uma
gestão marcada pelo diálogo, pelo trabalho e por conquistas relevantes para o
setor em âmbito nacional.
No dia 5 de maio de 2026, o Sindicato das Empresas de Asseio
e Conservação no Estado do Paraná (SEAC-PR) realizou a cerimônia de posse de
sua nova diretoria, reunindo associados, lideranças empresariais e autoridades
em um evento que marcou o início de um novo ciclo para o setor de asseio,
conservação e facilities no estado.
Mais do que uma transição de gestão, o momento reforçou o
compromisso da entidade com o fortalecimento institucional do segmento e com a
defesa dos interesses das empresas que atuam em atividades essenciais para a
sociedade e para a economia paranaense.
Durante o evento, autoridades destacaram a relevância
estratégica do setor para o desenvolvimento do Paraná e do país. Entre elas, o
deputado estadual Ney Leprevost ressaltou a importância das empresas de asseio,
conservação e facilities na geração de empregos, na prestação de serviços
essenciais e no funcionamento de organizações públicas e privadas.
As entrevistas realizadas durante a cerimônia evidenciaram o
reconhecimento do papel desempenhado pelo segmento, responsável por garantir
ambientes seguros, organizados e operacionais em diferentes áreas da economia.
A posse da nova diretoria também reafirmou o compromisso do
SEAC-PR com pautas prioritárias para o setor, como representatividade
institucional, qualificação profissional, inovação e diálogo permanente com o
poder público.
Ao iniciar este novo ciclo, o sindicato fortalece sua missão
de atuar em defesa das empresas representadas e de promover iniciativas que
contribuam para o desenvolvimento sustentável e competitivo do segmento no
Paraná.
Confira as entrevistas
com as autoridades presentes e acompanhe as perspectivas para o futuro do setor
em nossas redes sociais.
O SEAC-PR marcou presença na solenidade de posse da nova Diretoria do Movimento Pró Paraná, realizada em Curitiba, na noite desta segunda-feira (04). Na mesma ocasião, o governador Carlos Massa Ratinho Junior recebeu o troféu Guerreiro do Paraná, como reconhecimento por sua contribuição ao desenvolvimento econômico e social do Estado.
O evento reuniu entidades empresariais, representantes de diversas entidades de classe e autoridades dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, em um gesto de convergência institucional pelo fortalecimento do Paraná.
Representando o setor de asseio e conservação, esteve presente o presidente do SEAC-PR, Rogério Bueno de Queirós, reforçando o compromisso da entidade em participar ativamente das discussões voltadas à competitividade, ao crescimento econômico e à geração de oportunidades no estado.
O Movimento Pró Paraná tem histórica relevância no apoio a iniciativas estruturantes e no diálogo com a sociedade civil organizada para impulsionar o desenvolvimento regional. Já o troféu Guerreiro do Paraná é destinado a personalidades que atuam de forma destacada pela prosperidade do estado e pela qualidade de vida da população.
Com presença institucional constante, o SEAC-PR segue contribuindo para o protagonismo do Paraná e para o fortalecimento do setor de serviços.
No dia 10/06, o SEAC-PR participou da Audiência da Comissão de Finanças e Tributação no Congresso Nacional, junto à FEBRAC, para debater o PL 4146/2020 — que propõe a regulamentação da profissão de trabalhadores da limpeza urbana.
Estiveram presentes os Srs. Edmilson Pereira de Assis, Presidente da FEBRAC; Rogério Bueno de Queirós e Luiz Carlos Poli, Presidente e Vice-Presidente do SEAC-PR.
O projeto prevê:
- Piso nacional de 2 salários mínimos
- Insalubridade para todos
- Carga horária de 36h semanais
Apesar de reconhecermos a importância da valorização da categoria, alertamos para os impactos econômicos da proposta. Os custos do setor podem mais que dobrar, comprometendo a sustentabilidade dos serviços e o orçamento dos municípios.
Ainda enfrentamos inadimplência, ausência de coleta seletiva e cerca de 3 mil lixões ativos no país. A aprovação sem contrapartidas financeiras pode prejudicar a qualidade dos serviços, a saúde pública e o meio ambiente.
É preciso equilíbrio: valorização profissional com responsabilidade fiscal e soluções viáveis para todos.
O Presidente do Seac-PR - Sr. Rogério Bueno de Queirós marcou presença na inauguração da nova sede da FEBRAF, em Brasília.
A federação, à qual o Sindicato é filiado, inicia uma nova etapa com instalações modernas e adequadas às demandas de representação do setor de serviços terceirizáveis.
A conquista reforça o compromisso institucional da FEBRAF em fortalecer sua atuação junto às empresas do setor, ampliando a representatividade e contribuindo para o desenvolvimento da categoria em âmbito nacional.
Quando falamos em limpeza profissional, muitas vezes nos esquecemos do impacto real e profundo que esse setor tem na sociedade. O setor de asseio e conservação representa nada menos que 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil. É uma força econômica que vai muito além do que se vê à primeira vista.
Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Associação Brasileira do Mercado de Limpeza Profissional (Abralimp), esse segmento está entre os que mais geram empregos formais no país, contribuindo significativamente para a economia e o bem-estar coletivo.
Com mais de 1 milhão de profissionais em atividade, o setor atua em áreas estratégicas como saúde, educação, indústria, serviços e infraestrutura. Ele garante não só a limpeza e a higiene dos ambientes, mas também contribui diretamente para a qualidade de vida da população e para o bom funcionamento de toda a cadeia produtiva brasileira.
Presença e valorização no Paraná
No Paraná, o SEAC-PR é o sindicato patronal que representa, protege e valoriza as empresas de asseio e conservação. A entidade atua com compromisso em fortalecer o setor por meio de representatividade sindical, orientação jurídica, capacitação profissional e articulação institucional.
Nosso papel é claro: defender os interesses de quem mantém o país em ordem. Afinal, a atuação dessas empresas e profissionais é essencial — e precisa ser reconhecida como tal.
Movimentamos a economia, geramos empregos e garantimos saúde e dignidade. E o SEAC-PR está aqui para fortalecer cada passo dessa jornada.
Você sabia que mais de 1 milhão de profissionais atuam hoje nos serviços de limpeza no Brasil? Por trás de ambientes limpos, saudáveis e bem cuidados, existe um setor que é essencial para o funcionamento de empresas, instituições públicas e privadas, hospitais, escolas, shoppings e tantos outros espaços do nosso dia a dia.
O setor de asseio e conservação é uma verdadeira potência nacional. Ele não só emprega e movimenta a economia, como também transforma vidas por meio da capacitação, da profissionalização e da geração de oportunidades em todas as regiões do país.
Representatividade que fortalece
No Paraná, o SEAC-PR tem orgulho de ser a entidade que representa e fortalece esse setor. Atuamos com foco na valorização das empresas e dos profissionais que mantêm o país em movimento com seu trabalho diário. Mais do que um sindicato, somos parceiros estratégicos, oferecendo suporte jurídico, acesso a capacitações de excelência, articulação institucional e diversas outras iniciativas que promovem crescimento e inovação.
Seja nos bastidores ou na linha de frente, quem trabalha com limpeza profissional merece reconhecimento, respeito e apoio contínuo.
O SEAC-PR está aqui para representar quem faz tudo isso acontecer.
Por José Paulo Damaceno Pereira
O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou, em decisão publicada no dia 14 de abril de 2025, a suspensão nacional de todas as ações judiciais – individuais ou coletivas – que discutam a existência de fraude em contratos civis/comerciais de prestação de serviços, a licitude da contratação de pessoa jurídica ou trabalhador autônomo, e a distribuição do ônus da prova nessas hipóteses. A medida foi proferida pelo Ministro Gilmar Mendes, no âmbito do Recurso Extraordinário com Agravo (ARE) 1.532.603/PR, ao qual foi atribuído o Tema 1389 da repercussão geral.
O que está em discussão?
A controvérsia analisada pelo STF gira em torno de três pontos centrais:
1. Competência da Justiça do Trabalho para julgar demandas sobre suposta fraude na contratação de prestadores de serviços por meio de relações civis ou comerciais;
2. Licitude da contratação de pessoas jurídicas ou autônomos, especialmente diante do precedente fixado na ADPF 324, que reconheceu a constitucionalidade da terceirização e a liberdade de organização produtiva;
3. Definição do ônus da prova em casos de alegação de fraude – se cabe ao trabalhador comprovar o vínculo empregatício ou se essa responsabilidade deve recair sobre a empresa contratante.
A decisão do STF
Reconhecendo a repercussão geral do tema, o Ministro Gilmar Mendes destacou que o STF tem sido cada vez mais acionado por meio de reclamações constitucionais contra decisões da Justiça do Trabalho que, muitas vezes, ignoram ou resistem à jurisprudência da Corte sobre a legalidade dessas formas de contratação.
Segundo o Ministro, essa postura tem contribuído para uma crescente insegurança jurídica, gerando um volume excessivo de processos e tornando o STF, na prática, uma instância revisora das decisões trabalhistas. Diante disso, determinou-se, com base no art. 1.035, § 5º, do Código de Processo Civil, a suspensão de todos os processos no país que tratem da matéria, até o julgamento definitivo do recurso.
Importância da suspensão
A suspensão nacional visa:
• Evitar decisões conflitantes nos tribunais;
• Assegurar a estabilidade do ordenamento jurídico;
• Desafogar o Supremo Tribunal Federal, permitindo que a Corte se concentre em outras questões constitucionais relevantes.
Além disso, a medida resguarda o princípio da segurança jurídica, assegurando que todas as ações em curso tenham seu desfecho à luz de uma futura decisão com efeito vinculante e erga omnes, como é característico dos julgamentos com repercussão geral reconhecida.
Impactos práticos
A partir da publicação da decisão, todos os juízes do trabalho e tribunais regionais estão obrigados a suspender o andamento de processos que envolvam a controvérsia definida no Tema 1389. Isso inclui, por exemplo, ações que discutam:
• Se determinada contratação de autônomo ou PJ foi fraudulenta com o intuito de burlar a legislação trabalhista;
• A quem cabe provar que havia ou não relação de emprego;
• Se há competência da Justiça do Trabalho para decidir sobre contratos civis em que se alega fraude.
Conclusão
A decisão do STF representa um marco importante na tentativa de harmonizar a jurisprudência nacional em torno das novas formas de contratação no mundo do trabalho. Ao reconhecer a repercussão geral e suspender os processos correlatos, o Supremo reforça sua posição sobre a necessidade de respeito às decisões da Corte e estabelece as bases para um julgamento que terá impacto direto sobre milhares de processos em tramitação no país.
O deputado Pezenti (MDB-SC) apresentou o Projeto de Lei 1032/24, que visa excluir atividades perigosas, insalubres ou penosas das funções consideradas para o cumprimento das cotas de contratação de menores aprendizes, pessoas com deficiência (PCDs) e trabalhadores reabilitados. Além disso, o projeto propõe que trabalhos rurais temporários, típicos de culturas sazonais (safras), também não sejam contabilizados nessas cotas.
Atualmente, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e a Lei dos Benefícios da Previdência Social estabelecem cotas que variam de 5% a 15% para aprendizes e de 2% a 5% para PCDs e reabilitados. O deputado Pezenti argumenta que a proposta busca promover a dignidade humana e proteger os direitos dos trabalhadores mais vulneráveis, assegurando que as políticas de aprendizagem e inclusão sejam implementadas de forma responsável e segura.
O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; de Trabalho; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para se tornar lei, a proposta precisa ser aprovada tanto pela Câmara dos Deputados quanto pelo Senado Federal.
O SEAC-PR acompanha atentamente a tramitação do PL 1032/24, reconhecendo a importância do projeto para o setor.
Fonte: Agência Câmara de Notícias
- O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que a administração pública só pode ser responsabilizada por encargos trabalhistas não pagos pela terceirizada se houver comprovação de falha na fiscalização. A medida, que reflete no setor de serviços terceirizáveis, elimina a responsabilização automática do poder público sem provas concretas.
O julgamento do STF estabelece que a responsabilidade subsidiária do poder público não pode ser presumida, sendo necessária a comprovação de omissão no dever de fiscalização. Até então, a jurisprudência do Tribunal Superior do Trabalho (TST) frequentemente responsabilizava a administração pública mesmo sem provas concretas, gerando insegurança jurídica no setor de terceirização.
Com a nova decisão, o STF estabelece diretrizes mais rigorosas:
Com a nova decisão, o STF estabelece diretrizes mais rigorosas:
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Prova de negligência:
o trabalhador, sindicato ou Ministério
Público deve comprovar que houve falha na fiscalização por parte da administração pública.
·
Notificação formal: o poder
público só poderá ser responsabilizado se, mesmo após
ser notificado sobre irregularidades, não
tomar providências.
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Ambiente de trabalho seguro: quando o serviço terceirizado for realizado dentro de prédios públicos ou em
locais especificados no contrato, a administração pública deve garantir um
ambiente adequado para os trabalhadores.
Exigências contratuais: o poder público pode adotar medidas preventivas, como exigir um
capital social compatível com o número de empregados e condicionar pagamentos à
comprovação mensal da quitação de encargos trabalhistas.
Empresas devem reforçar
compliance e gestão trabalhista
A decisão do STF coincide com a
publicação do Decreto nº 12.304/2024, que regulamenta a Lei nº 14.133/2021
(Nova Lei de Licitações). O decreto impõe regras mais rígidas para contratos
com a administração pública, tornando obrigatória a adoção de programas de
integridade (compliance) e mecanismos mais rigorosos de fiscalização.
Especialistas apontam que a medida
pode beneficiar empresas que já adotam boas práticas, reduzindo a concorrência
desleal de prestadoras de serviço que descumprem normas trabalhistas.
Pontos essenciais do Decreto nº
12.304/2024
– Cumprir rigorosamente as
obrigações trabalhistas:
Garantir o pagamento em dia de salários, benefícios e encargos, evitando
disputas judiciais e bloqueios contratuais.
– Manter a documentação organizada: Organizar e manter registros e comprovantes de pagamento
de encargos trabalhistas para evitar questionamentos legais.
– Fortalecer o compliance: Adotar códigos de conduta, auditorias internas e
treinamentos para assegurar a conformidade com as normas e manter contratos
estáveis.
– Monitorar e agir rapidamente: Corrigir irregularidades e notificar a administração
pública para evitar responsabilizações futuras.
Para Edmilson Pereira, presidente da
Federação Brasileira das Empresas de Facilities (Febraf), a decisão do STF
representa um avanço significativo, trazendo mais previsibilidade e reduzindo a
insegurança jurídica para o setor.
“Esse julgamento assegura que a
responsabilidade do tomador de serviços não seja automática. Isso traz mais
equilíbrio às relações contratuais e reforça a importância de uma gestão
trabalhista rigorosa”, afirma.
Ele destaca ainda que a medida deve
incentivar as empresas a adotarem melhores práticas de compliance. “Agora, mais
do que nunca, as empresas precisam estar atentas à regularização trabalhista e
aos mecanismos de fiscalização. Isso será um diferencial competitivo para quem
busca solidez no mercado de terceirização”, completa.
Prova de negligência: o trabalhador, sindicato ou Ministério Público deve comprovar que houve falha na fiscalização por parte da administração pública.
Notificação formal: o poder público só poderá ser responsabilizado se, mesmo após ser notificado sobre
irregularidades, não tomar providências.
Ambiente de trabalho seguro: quando o serviço terceirizado for realizado dentro
de prédios públicos ou em locais especificados no contrato, a administração
pública deve garantir um ambiente.
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que a administração
pública só pode ser responsabilizada por encargos trabalhistas não pagos pela
terceirizada se houver comprovação de falha na fiscalização. A medida, que
reflete no setor de serviços terceirizáveis, elimina a responsabilização
automática do poder público sem provas concretas.
O julgamento do STF estabelece que a responsabilidade subsidiária
do poder público não pode ser presumida, sendo necessária a comprovação de
omissão no dever de fiscalização. Até então, a jurisprudência do Tribunal
Superior do Trabalho (TST) frequentemente responsabilizava a administração
pública mesmo sem provas concretas, gerando insegurança jurídica no setor de
terceirização.
FONTE: Febraf
Na manhã do dia 06 de janeiro, o SEAC-PR realizou uma Assembleia Geral Extraordinária com seus associados. Durante o encontro, foi debatida a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), um tema estratégico para o equilíbrio e desenvolvimento do setor.
Além disso, o SEAC-PR tem a satisfação de anunciar a entrada de mais uma empresa associada, a empresa PONTUAL SERVIÇOS TERCEIRIZADOS LTDA, fortalecendo ainda mais nossa representatividade.
Agradecemos a todos que participaram, contribuindo para o sucesso dessa reunião! Juntos, seguimos com o compromisso de defender os interesses do setor e promover um ambiente de negócios mais forte e colaborativo.
Fique atento às próximas reuniões e eventos!
SEAC-PR: unidos por um setor mais forte.